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Morte de casal que vendia lanches em Águas Claras foi motivada por disputa de ponto de vendas

 

Investigadores da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) concluíram que o assassinato de Helena Maria da Costa Moreira, 50 anos, e do marido, Laércio José Moreira, 64, foi motivado por um ponto comercial em frente a universidade Uniplan, em Águas Claras. De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), inicialmente o caso — aconteceu na última segunda-feira (11/4), na QNP 32 de Ceilândia — era tratado como latrocínio, mas ao decorrer das investigações, a motivação do crime aconteceu por diferença no preço da coxinha vendida em frente a universidade.

De acordo com as investigações, Laércio era dono de um quiosque em frente a universidade, mas precisou mudar o ponto onde vendia os lanches há cerca de dois meses, porque a instituição precisou passar por uma reforma na entrada. O empresário assassinado, então, instalou o quiosque dele próximo ao estande do mentor do crime, Hyago Lorran Franco, de 29 anos. Laércio, ao mudar o ponto de venda, notou que a barraca de Hyago vendia o preço da coxinha por um menor preço, e chegou a conversar com o assassino para tentar equilibrar os valores, mas acabou sendo ameaçado. O desentendimento dos dois empresários foi o gatilho para a motivação do crime.

 

Crime

Inicialmente, os investigadores suspeitavam da hipótese de se tratar de um latrocínio, porque no dia do crime, por volta de 12h30, foram levados os celulares do casal, uma televisão, dinheiro e o carro das vítimas. Contudo, com o andamento das investigações, foi descoberto que Hyago reuniu três amigos de infância — todos moradores do Recanto das Emas — e foram à casa da vítima antes do crime, às 8h, para verificar se Laércio estava em casa, na QNP 32 de Ceilândia, porque queriam “assustar” o comerciante. De acordo com o delegado responsável pela investigação, Vander Braga, os criminosos teriam ajoelhado as vítimas e disparado contra a cabeça e o pescoço do casal. Laércio e Helena morreram abraçados.

Com o duplo homicídio já efetuado, os criminosos abandonaram o veículo levado do casal em uma área de mata e descarregaram o extintor de incêndio sobre o carro, para tentar apagar as impressões digitais e tentar enganar os investigadores de que o crime foi um latrocínio. Depois disso, os envolvidos levaram o veículo a um lava-jato do Recanto das Emas, mas um acabou sendo preso ao buscar o automóvel.

Três envolvidos responderão por homicídio qualificado, por motivo torpe e sem chance de defesa para as vítimas, além de corrupção de menor, porque o quarto envolvido é menor de idade. Segundo o delegado da delegacia, Hyago não tinha passagens pela polícia, mas o motorista e o adolescente já tinham histórico de crimes. A pena de cada crime varia de 6 a 20 anos.

 

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